domingo, 29 de maio de 2011




Ergo os olhos
No instante em que a mente apaga os ruídos
Bebo o destemor
Que acolhe a desordem da voz sobreposta à outra

Anseio pelo ritmo que vasculha em segredo

Perpetuando-se no seio
Impresso na rocha
Na força dos dedos  

2 comentários:

  1. Bom mesmo é poder ler um poema tão simpático numa segunda-feira de manhã. ^^) Anseio pelo ritmo que vasculha em segredo e me perco nas palavras que iniciam uma semana sem receios.

    Tenha uma ótima semana e parabéns pelos versos.

    ;)

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  2. um poema cheio de ternura,principalmente quando bebes o destemor.
    e vaies em busca do novo, dos amanhas...
    beijinhos

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