Seu caos me transforma corpo adentro; ouço os gritos do meu silêncio, reinvento todos os caminhos e sigo, inesgotavelmente, lua que acolhe todos os ventos. Inunda-me incandescente, sou estrangeira em meu próprio mar — à beira dos sentidos, de um só sentido.
Às vezes sinto-me um estranho dentro de mim. O abstrato quer a salvação mas o concreto quer o profano. É terrível esse sentimento. lindo poema Marcela. Beijos!
Às vezes sinto-me um estranho dentro de mim. O abstrato quer a salvação mas o concreto quer o profano. É terrível esse sentimento. lindo poema Marcela.
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