Marcela, Penso haver na força da poesia uma descrição imagética, uma latência transcendente e transfundante. É uma realidade de que ela se apossui para tratar a vivaz idade da poesia de cada um. Quando o homem a busca, a poesia devolve-se-lhe. Quando o homem a distancia de si, ela o sobrepuja e verte construção.
Toda poesia tem um quê de entrega e de abandono. Entrega direcionada para o tempo e o espaço poéticos. Abandono sustido na tentativa de apelo: ser ou não ser poeta. Tanto que por causa desse apelo a definição de poesia totalmente acabada não existe.
Aproveito muito de sua poesia, Marcela. Principalmente pela sua imaginação com voz escrita. Bem que se poderia dizer que o seu 'ritmo da ausência" me completa esta construção:
Ausência tocada
Da brandura, calada fonte, baixa Tenho seus olhos fundos, se: diz-me Seguro a dobradura qu’encaixa A formatur’em tempo, branco cisne.
Janelas envoltas em esperança Leio que quem ama multidões tem Poesia branca, de preferir quem Ganha são cores, parece uma dança.
O jazz a puro fundo, m’ embebedo Na sua luz branca, bem- querer de mim Arej’ a vida, ausênci’ em fim.
Minhas imagens se me recombinam As suas impressam, partes afinam. Partiu de menina, da vida sua?
EAP 2-8-2010
Quero lhe dizer que gostaria de conversar com você sobre composições, poesias etc. Pelo menos, por enquanto, espero trocar informações pelo e-mail. Por favor, envie algo: pereiraeap@hotmail.com Ficarei muito feliz Um beijo Eduardo, amigo do Marcos Da Temakeria da Oscar Freire
Quantas imagens num poema de pequena extensão!
ResponderExcluirBeijos!
Gostei muito deste poema e dos seus apresentados no curso do Claudio Daniel!
ResponderExcluirAbração.:)
Adooorei seu blog, seus post's, tuudo!
ResponderExcluirseguue o meu tb?
bjooos ;*
quando faltam as cores... que não falte a música. beleza tua poesia, marcela. beijo.
ResponderExcluirMarcela,
ResponderExcluirPenso haver na força da poesia uma descrição imagética, uma latência transcendente e transfundante. É uma realidade de que ela se apossui para tratar a vivaz idade da poesia de cada um. Quando o homem a busca, a poesia devolve-se-lhe. Quando o homem a distancia de si, ela o sobrepuja e verte construção.
Toda poesia tem um quê de entrega e de abandono. Entrega direcionada para o tempo e o espaço poéticos. Abandono sustido na tentativa de apelo: ser ou não ser poeta. Tanto que por causa desse apelo a definição de poesia totalmente acabada não existe.
Aproveito muito de sua poesia, Marcela. Principalmente pela sua imaginação com voz escrita. Bem que se poderia dizer que o seu 'ritmo da ausência" me completa esta construção:
Ausência tocada
Da brandura, calada fonte, baixa
Tenho seus olhos fundos, se: diz-me
Seguro a dobradura qu’encaixa
A formatur’em tempo, branco cisne.
Janelas envoltas em esperança
Leio que quem ama multidões tem
Poesia branca, de preferir quem
Ganha são cores, parece uma dança.
O jazz a puro fundo, m’ embebedo
Na sua luz branca, bem- querer de mim
Arej’ a vida, ausênci’ em fim.
Minhas imagens se me recombinam
As suas impressam, partes afinam.
Partiu de menina, da vida sua?
EAP 2-8-2010
Quero lhe dizer que gostaria de conversar com você sobre composições, poesias etc.
Pelo menos, por enquanto, espero trocar informações pelo e-mail.
Por favor, envie algo: pereiraeap@hotmail.com
Ficarei muito feliz
Um beijo
Eduardo, amigo do Marcos
Da Temakeria da Oscar Freire